sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

O tempo...

Ah!... sempre o tempo que se esvai e esfuma. Que demora a passar sobretudo quando se é jovem e se quer ser grande. Tempo -eternidade- quando se busca e prossegue um sonho que, por mais que se anseie, tarda a concretizar-se. Tempo que faz doer na hora da desilusão... nesse vazio do Ser. Tempo que se retoma na paixão efémera mas estonteante, grito de absoluto, que se volatiliza. Tempo que queima, esgota, sulca a cartografia de cada existência, deixando registos de memórias, sonhos por cumprir...promessas de eternidade. Tempo que se prolonga quando já pouco faz sentido....Tempo que se expande no sentido d infinito, quando se ultraassam a fronteiras do efémero. Tempo de SER procurando não SER, em transcendências de além....
Tempo, tempo o meu e o vosso que partilhamos em construções comuns que sempre se descontróem mas reedificam marcadas pelo "maldito relógio". Ah... são 17 Horas e 30...já são horas de acabar.

Sem comentários: